Ouvi esta música hoje e tudo o que posso lembrar é da pessoa que me fez feliz por 5 meses, dos quais eu não consigo me recordar como era antes desta pessoa, agora não sei como será minha vida longe desta pessoa...
Não era pra ser dor?
É dor porque eu não sei ficar longe de você...
Eres tú
Juan Carlos Calderón
Como una promesa eres tú, eres tú,
como una mañana de verano,
como una sonrisa eres tú, eres tú,
así, así eres tú.
Toda mi esperanza eres tú, eres tú,
como lluvia fresca en mis manos,
como fuerte brisa eres tú, eres tú,
así , así eres tú.
Eres tú como el agua de mi fuente,
eres tú el fuego de mi hogar,
eres tú como el agua de mi fuente,
eres tú el fuego de mi hogar.
Como un poema eres tú, eres tú,
como una guitarra en la noche,
como el horizonte eres tú, eres tú,
así, así eres tú.
Eres tú como el agua de..., etc.
Pensamentos confusos de uma bibliotecária, um misto de informação, cultura e confissões da vida de uma profissional de 36 anos.
domingo, 30 de abril de 2006
quinta-feira, 27 de abril de 2006
De Mais Ninguém (Marisa Monte)

Se ela me deixou, a dor,
É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem
O meu trofeu foi o que restou
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia.
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.
Se ela me deixou, a dor,
É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem
É o meu lençol, é o cobertor
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia.
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.
mmmh mmmh...
Inseri a fotografia de um quadro que ganhei de um grande amigo, o Jeff, é incrível o que esta tela representa para nós.
Algo "oco", vazio dentro das pessoas, da falta de sensibilidade...
Tela: A dança dos gatos - Artista plástico: Jefferson
Suplica
Eu não tinha este olhar assim tão triste
E minhas mãos assim tão trêmulas
Um jeito quieto e introvertido de ser
A tempestade fez-me mudar o rumo
As águas iradas fizeram-me infeliz
e a poesia eu deixei de viver
numa dor convertida em furor
Há uma ferida ensangüentada dentro de mim
As sombras de um passado sem libertação
Um presente vazio e bandido
que traz a imagem de um futuro temido
No qual eu te imploro por favor
Arrume um remédio para esta dor
Descubra que doença é esta a qual corrói
Minha súplica, ó meu amigo
Cure-me e abrace-me com todo teu calor
Só um bom amigo pode poupar-me de padecer
Só um bom amigo...
Daniela R. Vieira
E minhas mãos assim tão trêmulas
Um jeito quieto e introvertido de ser
A tempestade fez-me mudar o rumo
As águas iradas fizeram-me infeliz
e a poesia eu deixei de viver
numa dor convertida em furor
Há uma ferida ensangüentada dentro de mim
As sombras de um passado sem libertação
Um presente vazio e bandido
que traz a imagem de um futuro temido
No qual eu te imploro por favor
Arrume um remédio para esta dor
Descubra que doença é esta a qual corrói
Minha súplica, ó meu amigo
Cure-me e abrace-me com todo teu calor
Só um bom amigo pode poupar-me de padecer
Só um bom amigo...
Daniela R. Vieira
quarta-feira, 26 de abril de 2006
terça-feira, 25 de abril de 2006
Pensar
Pensar que nunca mais veremos o sol
Nas caminhas de tardinha
Pensar que nunca mais nos daremos as mãos
Sentados na beira da cachoeira
Pensar que nunca mais você escreverá na areia
Jesus te ama, eu também.
Pensar que nunca mais colheremos amora
Cantando e brincando de ser feliz
Pensar que nunca mais rezaremos juntos
Diante do santíssimo mergulhados em lágrimas
Pensar que nunca mais vamos beber naquela taça
Nossas alegrias, nossos amores e loucuras
Pensar que nunca mais veremos o luar
Daquela noite de intrigas e ciladas
Pensar que éramos felizes e não sabíamos
A vida tinha obstáculos que não soubemos driblar
Pensar que nós somos responsáveis pela nossa própria desgraça.
Ingrid - 12/1995
Nas caminhas de tardinha
Pensar que nunca mais nos daremos as mãos
Sentados na beira da cachoeira
Pensar que nunca mais você escreverá na areia
Jesus te ama, eu também.
Pensar que nunca mais colheremos amora
Cantando e brincando de ser feliz
Pensar que nunca mais rezaremos juntos
Diante do santíssimo mergulhados em lágrimas
Pensar que nunca mais vamos beber naquela taça
Nossas alegrias, nossos amores e loucuras
Pensar que nunca mais veremos o luar
Daquela noite de intrigas e ciladas
Pensar que éramos felizes e não sabíamos
A vida tinha obstáculos que não soubemos driblar
Pensar que nós somos responsáveis pela nossa própria desgraça.
Ingrid - 12/1995
Sua voz
Sua voz todo dia me atormenta
Mas que tormento gostoso
Você se foi, mas sua voz ficou
Todo dia ouço você falando
suavemente em meus ouvidos
Eu me perguntando quando será
Nos tocaremos novamente
Ao leve som de sua voz
E a noite será testemunha
Da mais profunda trama
Onde nos amaremos sem cessar
Até o sol nos iluminar
Mostrar o caminho a seguir...
O caminho a seguirmos juntos?
Mas eu me pergunto quando será
Este dia tão privilegiado
O qual você aparecerá
E ficaremos frente a frente
Com os olhos cheios de desejo
Mas enquanto me pergunto
Também escuto sua voz, doce voz,
Que me seduz todas as noites...
Ingrid
Mas que tormento gostoso
Você se foi, mas sua voz ficou
Todo dia ouço você falando
suavemente em meus ouvidos
Eu me perguntando quando será
Nos tocaremos novamente
Ao leve som de sua voz
E a noite será testemunha
Da mais profunda trama
Onde nos amaremos sem cessar
Até o sol nos iluminar
Mostrar o caminho a seguir...
O caminho a seguirmos juntos?
Mas eu me pergunto quando será
Este dia tão privilegiado
O qual você aparecerá
E ficaremos frente a frente
Com os olhos cheios de desejo
Mas enquanto me pergunto
Também escuto sua voz, doce voz,
Que me seduz todas as noites...
Ingrid
Se...
Fazer de tudo pelas nossas vontades
Desprezar os dias cinzentos
Passar por cima das provocações
Lembrar dos grandes corações
Desenhar a pirâmide no peito
Criar nossas próprias religiões
Nunca lembrar do estrago feito
Vingar nossas emoções
Beijar uma flor e sentir calor
Abraçar o vento enquanto há tempo
Viver as situações a todo vapor
Amar como se fosse a última vez
Viajar sem medo rumo ao divino
Se tudo fosse saída e curasse a ferida.
Desprezar os dias cinzentos
Passar por cima das provocações
Lembrar dos grandes corações
Desenhar a pirâmide no peito
Criar nossas próprias religiões
Nunca lembrar do estrago feito
Vingar nossas emoções
Beijar uma flor e sentir calor
Abraçar o vento enquanto há tempo
Viver as situações a todo vapor
Amar como se fosse a última vez
Viajar sem medo rumo ao divino
Se tudo fosse saída e curasse a ferida.
Quando olho tuas fotografias sinto o tempo voltar
lembro dos mil momentos que me fez delirar
É duro, é difícil de entender como isso pode acontecer
Tudo sempre tão belo e de repente tudo desabou
Acordei do sonho sentindo imenso vazio
Era a vida que me chamava à realidade
A reflexão de tudo aquilo
Foi maravilhoso enquanto durou
O nosso amor que venceu obstáculos
Mas não venceu o rancor que mora em seu peito
É inacreditável!
Às vezes indago-me: Será que era mesmo amor?
Se fosse amor verdadeiro não seria destruído!?
Agora não sei mais no que acreditar
Tenho medo dos teus olhos que me faziam delirar
Ainda sinto o seu gosto em minha boca
O desejo de querer voltar a sonhar.
lembro dos mil momentos que me fez delirar
É duro, é difícil de entender como isso pode acontecer
Tudo sempre tão belo e de repente tudo desabou
Acordei do sonho sentindo imenso vazio
Era a vida que me chamava à realidade
A reflexão de tudo aquilo
Foi maravilhoso enquanto durou
O nosso amor que venceu obstáculos
Mas não venceu o rancor que mora em seu peito
É inacreditável!
Às vezes indago-me: Será que era mesmo amor?
Se fosse amor verdadeiro não seria destruído!?
Agora não sei mais no que acreditar
Tenho medo dos teus olhos que me faziam delirar
Ainda sinto o seu gosto em minha boca
O desejo de querer voltar a sonhar.
Um bibliotecária apaixonada

Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
(Paulo Leminski)
Abaixo uma música que eu costumava tocar no violão em 1995...
Saber Amar
- Os Paralamas do Sucesso
A crueldade de que se é capaz
Deixar pra trás os corações partidos
Contra as armas de um ciúme tão mortais
A submissão às vezes é um abrigo
Saber amar
É saber deixar alguém te amar
Há quem não veja a onda onde ela está
E nada contra o rio
Todas as formas de se controlar alguém
Só trazem um amor vazio
O amor te escapa entre os dedos
E o tempo escorre pelas mãos
O sol já vai se pôr no mar
Foto: Daniela R. Vieira - Camburi - litoral norte / SP
sexta-feira, 21 de abril de 2006
Romance ideal (Paralamas do Sucesso)
Ela é só uma menina
e eu pagando pelos erros
Que eu nem sei se eu cometi
Ela é só uma menina
e eu deixando que ela faça
O que bem quiser de mim
Se eu queria enlouquecer
Essa é a minha chance
É tudo o que eu quis
Se eu queria enlouquecer
Esse é o romance ideal
Não pedi que ela ficasse,
ela sabe que na volta
Ainda vou estar aqui
Ela é só uma menina
e eu pagando pelos erros
Que eu nem sei se eu cometi
e eu pagando pelos erros
Que eu nem sei se eu cometi
Ela é só uma menina
e eu deixando que ela faça
O que bem quiser de mim
Se eu queria enlouquecer
Essa é a minha chance
É tudo o que eu quis
Se eu queria enlouquecer
Esse é o romance ideal
Não pedi que ela ficasse,
ela sabe que na volta
Ainda vou estar aqui
Ela é só uma menina
e eu pagando pelos erros
Que eu nem sei se eu cometi
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