segunda-feira, 17 de abril de 2006

Dores "IN" das últimas décadas


Gostei da revista TPM deste mês sobre "DOR".
Dor de todos os tipos.
Sobre nossa tolerância a dor.
Acho que vale a pena ler a reportagem inteira e ficar filosofando... rs

Um breve resumo:

Do romantismo até a década de 50 a moda era uma turbecolse básica para a galerinha apaixonada.
Aí veio a "naúse de Sartre", década de 60, com um nauseado famoso, Godard.
A dor de amor, "fossa", fazia a galera entrar num bode pesado nos anos 70.
E nos anos 80, a galerinha usava roupas pretas, eram super entendiadas, também eram românticas e sofriam da nausea do Sartre.
O hedonismo, anos 90: "Que dor, que nada! basta tomar um E que tudo fica bem" "Basta fumar um"

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Hollywood Librarian


Arquivo Nacional ameaça fechar as portas

A intenção do Governo Federal de substituir o Diretor Geral do Arquivo Nacional, tendo como motivação fatores político-partidários provocou revolta entre os servidores da Instituição.

Em carta aberta dirigida a Ministra Chefe da Casa Civil da Presidência da República, os servidores do Arquivo Nacional manifestaram repúdio a tentativa de ocupação política do cargo.



Rio de Janeiro, 11 de abril de 2006

À Excelentíssima Ministra Chefe da Casa Civil da Presidência da República

Nós, os servidores do Arquivo Nacional nos dirigimos a Vossa Excelência para manifestar nossa apreensão e repúdio ante a possibilidade da exoneração do Diretor-Geral. Conforme chegou ao nosso conhecimento, sua substituição será feita por profissional já ocupante de cargo na Instituição (DAS 4) desde setembro de 2003. Desde então ficou notória a sua falta de compromisso com a Instituição que se traduz também pela ausência de projetos e baixa interlocução com o corpo técnico da Casa e instituições afins.

Nossa preocupação é concernente à continuidade dos atuais projetos e procedimentos, bem como a garantia da representação da Instituição junto à comunidade arquivística nacional e internacional.

Ás vésperas da realização do primeiro concurso público do Arquivo Nacional em muitas décadas e a seis meses das eleições presidenciais, causa estranheza à súbita alteração que se anunciou, sem que se apresentasse qualquer justificativa para essa iniciativa.

Nos últimos anos o Arquivo Nacional acumulou diversas conquistas: ocupou a sua nova sede, realizou projetos em todas as suas áreas de competência, atendeu a um público crescente, ampliando o acesso à informação, aprimorando os meios de preservação de seu acervo documental, entre outras ações. Por esse motivo, reiteramos nosso repúdio ao vermos ameaçado todo um processo de modernização e ampliação da Casa que passa a ter cada vez mais responsabilidades e atribuições sobre o maior patrimônio arquivístico do país. A recente incorporação do acervo da ABIN é indicativa desse processo. A qualidade e o desenvolvimento dessas atividades têm sido possíveis devido aos esforços, tanto do quadro de servidores quanto da atual administração, cujo exercício denota lisura, competência e compromisso com a finalidade do Arquivo Nacional.

Por outro lado, preocupa-nos não serem esses os critérios para seleção de um possível novo diretor: critérios políticos e partidários não parecem atender à agenda de uma Instituição centenária que guarda quase cinco séculos de nossa memória.

Certos da compreensão de V. Exa. ao pleito ora encaminhado pelos servidores do Arquivo Nacional,

Respeitosamente,

Servidores do Arquivo Nacional

Fonte: Associação dos Arquivistas do Estado do Rio de Janeiro. Disponível em

quarta-feira, 12 de abril de 2006

Enseñarán a los chicos cómo ver TV

LA PLATA.- El gobierno bonaerense lanzó ayer el programa "Forjar", para enseñar a chicos y adolescentes a mirar la televisión con espíritu crítico. El programa, a cargo del Instituto Cultural de la provincia de Buenos Aires, formará a docentes y bibliotecarios para que puedan tratar estos temas en las escuelas y en unas 500 bibliotecas populares de toda la provincia.

La intención, explicó el presidente del instituto, Alberto Hernández, es "formar a formadores" que a su vez analizarán con los jóvenes el lenguaje televisivo, a partir del bagaje teórico adquirido en un taller que estará apoyado en fragmentos de noticieros, programas culturales, talk-shows, series y otras emisiones de televisión.

En ese taller, que consistirá en cuatro encuentros de cuatro horas cada uno, se tratarán la relación entre la lectura y los medios audiovisuales, los diferentes tipos de audiencias televisivas y la experiencia de los chicos frente a la TV.

"Si uno sólo quiere formar lectores de libros, se olvida de un gran lenguaje que hoy está presente en la sociedad", dijo Hernández a LA NACION.

Florencia Saintout, titular de la Dirección de Bibliotecas del Instituto, dijo que se prevé llegar a unos 3000 chicos y adolescentes que ya son usuarios de las bibliotecas populares. El programa costará 57.000 pesos en los primeros tres meses.


Link corto: http://www.lanacion.com.ar/796529

sábado, 8 de abril de 2006

"Livro do Desassossego" - fragmentos

Possuir é perder. Sentir sem possuir é guardar, porque é extrair de uma coisa a sua essência.

O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida .


Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma ideia nossa

Fonte: "Livro do Desassossego"
Autor: Pessoa , Fernando

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Maconha & Livros

"(...) Devido a sua versatilidade, a planta que podia ser usada tanto para tratar doenças quanto para fazer cordas e tecidos se espalhou pelo planeta. Da Índia, a maconha migrou para o Oriente Médio e de lá para a África. Na Europa, os antigos gregos, e depois os romanos, aprenderam a fabricar as velas e cordas de seus navios com o cânhamo. Mais tarde, por volta do século 15, a planta serviu como matéria-prima para fazer o papel dos primeiros livros europeus e as telas de pintura dos gênios da Renascença."

Fonte: http://www.ofaj.com.br - Dez coisas que você precisa saber sobre Maconha. Mundo Estranho, v.4, n.5, p.16, maio 2005

quarta-feira, 5 de abril de 2006



Amar você assim desse jeito
E acordar no meio da madrugada
Sem você do meu lado
Tortura
Amar você assim desse jeito
E contar os segundos para te ver
Sem conseguir concentrar-se
Loucura
Amar você assim desse jeito
E não conseguir se expressar
Sem palavras para traduzir este sentimento

Sem palavras...

terça-feira, 4 de abril de 2006

Love Song - The Cure

Whenever I'm alone with you,
you make me feel
Like I am home again
Whenever I'm alone with you,
you make me feel like I am whole again

Whenever I'm alone with you,
you make me feel
Like I am young again
Whenever I'm alone with you,
you make me feel like I am fun again

However far away,
I will always love you,
However long I stay,
I will always love you,
Whatever words I say,
I will always love you,
I will always love you

Whenever I'm alone with you,
You make me feel like I am free again,
Whenever I'm alone with you,
You make me feel like I am clean again

However far away,
I will always love you,
However long I stay,
I will always love you,
Whatever words I say,
I will always love you,
I will always love you

Fer, amor meu grande amor...

O que sera de uma bibliotecaria en Sanfermin?


Os espanhóis tem algumas festas bem nanders, muitas extremamente estranhas.
Eu não sei qual a graça de sair correndo com uns touros atrás, mas eles acham graça, e eu descobri que vou ver isto de perto, ou pelo menos tentar entender o que se passa na cabeça deste povo.
Esta "corrida" dura aproximadamente 2/3 minutos, porque se passar disso vocês imaginam o estrago que é feito.
Para os curiosos, visitem o site http://www.sanfermin.com e entrem no clima de San fermin!