Pensamentos confusos de uma bibliotecária, um misto de informação, cultura e confissões da vida de uma profissional de 36 anos.
quinta-feira, 3 de novembro de 2005
Feliz Aniversario Maria!
Feliz Aniversário nander Maria!!!!!!!!!! rs Ontem passei o dia inteiro dentro de casa após passar a noite inteira ao lado de uma pessoa super especial, que me faz muito feliz, que eu a cada dia que passa admiro mais ainda e quero sempre mais... rs Deixei o César e a Maria na sala assistindo "Closer" e fui nanar, pensar em certas pessoas, peguei no sono e não demorou muito para os dois entrarem no quarto revoltados com filme... Meia-noite eu e o César fomos os primeiros a dar parabéns para a Nanderthal que estava doentinha, sábado haverá uma super festa nander, com muita salsa e merengue.
terça-feira, 1 de novembro de 2005
Sentimento de posse
Resolvi escrever sobre a posse, porque vejo que meus amigos sofrem muito com isto, todos as questões que aparecem são únicas e exclusivamente relacionadas a posse. Há um ano atrás, quando eu estava vivendo uma grande crise no meu relacionamento, comecei a refletir, e observar o quanto eu dizia, meu namorado, meu marido, meu carro, meu computador, minha caneta, meu livro, meu, meu, minha, pronomes possessives, usados além da cota, acho que perdi as pessoas com as quais me relacionei diante do uso excessivo destas palavras. Na aula de astrologia, certa vez discutimos o assunto, a partir daí, resolvi, devido as minhas constants tentativas de evolução, de buscar o equilibrio, fazer um exercício, a evitar usar “meu e minha”, em vez de dizer “oi minha lindinha” dizer “oi lindinha”, é claro, quando percebo, lá se foi o meu, minha, na frase, e eu me odiando, rs, eita tarefa difícil, mas tenho esperanças de um dia chegar lá. Se vocês tentarem irão boservar como é difícil esta tarefa. Acho que perdemos muito tempo com sentimentos como este, o que é uma forma de sofrimento, Um alerta aos libertinos de plantão: não quero dizer aqui pra sermos tribalistas, não é isto. rs "Possuir é perder. Sentir sem possuir é guardar, porque é extrair de uma coisa a sua essência." (Fonte: "Livro do Desassossego" - Autor: Pessoa , Fernando)
Luís Inácio (300 picaretas) -Paralamas Do Sucesso
- Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou / São trezentos picaretas com anel de doutor / Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ São trezentos picaretas com anel de doutor / Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ Eles ficaram ofendidos com a afirmação/ Que reflete na verdade o sentimento da nação/ É lobby, é conchavo, é propina e jeton/ Variações do mesmo tema sem sair do tom/ Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei/ Uma cidade que fabrica sua própria lei/ Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia/ Se essa palhaçada fosse na Cinelândia/ Ia juntar muita gente pra pegar na saída/ Pra fazer justiça uma vez na vida/ Eu me vali deste discurso panfletário/ Mas a minha burrice faz aniversário/ Ao permitir que num país como o Brasil/ Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado/ Por um par se sapatos, um saco de farinha/ A nossa imensa massa de iletrados/ Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez/ O congresso continua a serviço de vocês/ Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão/ Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição/ Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena/ João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena/ De exemplo em exemplo aprendemos a lição/ Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão/ De rádio FM e de televisão/ Rádio FM e televisão/ Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou .... Eles ficaram ofendidos com a afirmação ... Pra fazer justiça uma vez na vida Eu me vali deste discurso panfletário Mas a minha burrice faz aniversário Ao permitir que num país como o Brasil Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado Por um par se sapatos, um saco de farinha A nossa imensa massa de iletrados Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez O congresso continua a serviço de vocês Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena De exemplo em exemplo aprendemos a lição Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão De rádio FM e de televisão Rádio FM e televisão Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou Bom, sem comentários!!!!!!!!!!!!!!!!! Acordei revoltada hoje!!!! rs
segunda-feira, 31 de outubro de 2005
O que posso dizer é que não sei nem como lhe agradecer... rs
Depois de tantos desencontros, nós conseguimos chegar até o mar, e ganhamos uma chuva sem cessar e 32 horas de amor e carinhos, risos e felicidade. Cheguei em São Paulo, explodindo, rindo à toa, meus amigos que estavam no apê, diziam que eu estava insuportavelmente feliz, ficaram me zoando, até se aquietarem diante do filme O Fabuloso Destino de Amélie/Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain de Jean-Pierre Jeunet, o qual eu estava assistindo pela quarta vez. É claro, que fui pra cama cedo, às dez horas e acordei hoje muito bem...
A você, com amor
O amor é o murmúrio da terra quando as estrelas se apagam e os ventos da aurora vagam no nascimento do dia...
O ridente abandono, a rútila alegria dos lábios, da fonte e da onda que arremete do mar...
O amor é a memória que o tempo não mata, a canção bem-amada feliz e absurda...
E a música inaudível...
O silêncio que treme e parece ocupar o coração que freme quando a melodia do canto de um pássaro parece ficar...
O amor é Deus em plenitude a infinita medida das dádivas que vêm com o sol e com a chuva seja na montanha seja na planura a chuva que corre e o tesouro armazenado no fim do arco-íris. (Vinicius)
A você, com amor
O amor é o murmúrio da terra quando as estrelas se apagam e os ventos da aurora vagam no nascimento do dia...
O ridente abandono, a rútila alegria dos lábios, da fonte e da onda que arremete do mar...
O amor é a memória que o tempo não mata, a canção bem-amada feliz e absurda...
E a música inaudível...
O silêncio que treme e parece ocupar o coração que freme quando a melodia do canto de um pássaro parece ficar...
O amor é Deus em plenitude a infinita medida das dádivas que vêm com o sol e com a chuva seja na montanha seja na planura a chuva que corre e o tesouro armazenado no fim do arco-íris. (Vinicius)
sexta-feira, 28 de outubro de 2005
A gente inventa
Acabei de ouvir "O nosso amor a gente inventa" do Cazuza, cá estou eu pensando, pensando, isto não é bom, quantas coisas a gente inventa...rs
Após algumas ondas de nostalgia em pensamentos, durante ontem e hoje, resolvi ver minhas fotografias da época em que era uma universitária enlouquecida, sonhadora e cheia de energia.
Nestes dias de folga, como de costume, fiz uma revisão geral, lembranças tristes, de um caso proibido, um livro proibido, que foi passar por várias mãos a me condenar, enquanto estava inconsciente no hospital, das más línguas, da mudança, dos amigos que foram aparecendo pelo caminho da vida, o que inventei eu não sei, só sei o que me restou, e anos depois, sei que ainda restam palavras, restam dúvidas a serem esclarecidas, mas ainda não tenho respostas nem de como fazer isto. Aí comecei a rir sozinha, porque vieram as lembraças boas, o anjo que me salvou, os bons amigos que cruzaram meu caminho, as festas na "república das bruxas", as pingaiadas no Centro Acadêmico, CACIB, a vitória da Chapa Alternativa na eleição do DCE, nós "caminhando e cantando" pelas ruas de São Carlos, as viagens, o R.U. e o bosque com seus gnomos.
Acho que eu invento toda hora, do amor a política, estou estou inventado algo pra minha cabeça, que hora gera dores de cabeça, hora gera estados de alegria, mais falta algo, eu continuo achando que perdi a poesia.
Estou ouvindo o vinil "The Photographer" do Philip Glass, bebendo catuaba e esperando alguém ligar. Acho que uma onda de sedentarismo me cerca, pois faz um tempo que não vou à academia e amanhã não irei novamente a aula de Tae Kwon Do, desta aula eu sinto falta, da academia, nem um pouco, agora da minha bike, até dói meu coração (rs).
Após algumas ondas de nostalgia em pensamentos, durante ontem e hoje, resolvi ver minhas fotografias da época em que era uma universitária enlouquecida, sonhadora e cheia de energia.
Nestes dias de folga, como de costume, fiz uma revisão geral, lembranças tristes, de um caso proibido, um livro proibido, que foi passar por várias mãos a me condenar, enquanto estava inconsciente no hospital, das más línguas, da mudança, dos amigos que foram aparecendo pelo caminho da vida, o que inventei eu não sei, só sei o que me restou, e anos depois, sei que ainda restam palavras, restam dúvidas a serem esclarecidas, mas ainda não tenho respostas nem de como fazer isto. Aí comecei a rir sozinha, porque vieram as lembraças boas, o anjo que me salvou, os bons amigos que cruzaram meu caminho, as festas na "república das bruxas", as pingaiadas no Centro Acadêmico, CACIB, a vitória da Chapa Alternativa na eleição do DCE, nós "caminhando e cantando" pelas ruas de São Carlos, as viagens, o R.U. e o bosque com seus gnomos.
Acho que eu invento toda hora, do amor a política, estou estou inventado algo pra minha cabeça, que hora gera dores de cabeça, hora gera estados de alegria, mais falta algo, eu continuo achando que perdi a poesia.
Estou ouvindo o vinil "The Photographer" do Philip Glass, bebendo catuaba e esperando alguém ligar. Acho que uma onda de sedentarismo me cerca, pois faz um tempo que não vou à academia e amanhã não irei novamente a aula de Tae Kwon Do, desta aula eu sinto falta, da academia, nem um pouco, agora da minha bike, até dói meu coração (rs).
quinta-feira, 27 de outubro de 2005
3
3. No dia 23 de outubro, depois de muito pensar "3", foi uma decisao complicada, que refletiu meu descontentamento com o atual sistema, com as ideias apresentadas, com esta pouca vergonha que esta nosso pais, nem 1, nem 2, nem sim, nem nao. Nao sei onde este NAO que ganhou vai nos levar, e tambem nao sabia onde o SIM levaria. Ja tive uma arma apontada em minha cabeca, e nao gostei nem um pouquinho da situacao, mas tenho consciencia que ela volte a se repetir. Penso, que nem o sim, nem o nao, sao o caminho, penso nos paises que estavam no fundo do poco e insvestiram em educacao, penso que nao a um pingo de interesse de nossos governantes neste tipo de investimento, mas ha interesse em sucatear a universidade publica, em nao oferecer um ensino de base adequado, a fechar os olhos para a realidade, e sempre a culpar governos anteriores. Nao sei mesmo! Alguem pode responder onde iremos parar?
Esta noite
Droga, droga... onde foram parar os pontos deste teclado? Mais uma vez desconfigurado! Voltei a trampar hoje, estou horrivel, com os olhos inchados, nao dormi esta noite... Preciso de algum remedio... pra dormir... Preciso partir... Vamos fugir??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????
Eu desejava tanto beijar-te esta noite Estou embriagada e me sinto incapaz de ter voce mais proxima agora em pranto sem palavras mas meus pensamentos nao estao confusos pelo menos com relacao a voce mas me sinto incapaz de me aproximar e fico pensando quem sou eu desejar alguem assim tao especial como voce!
Eu desejava tanto beijar-te esta noite Estou embriagada e me sinto incapaz de ter voce mais proxima agora em pranto sem palavras mas meus pensamentos nao estao confusos pelo menos com relacao a voce mas me sinto incapaz de me aproximar e fico pensando quem sou eu desejar alguem assim tao especial como voce!
quarta-feira, 26 de outubro de 2005
Pedalando...
Quem me conhece bem sabe que desde meus quatro anos eu adoro pedalar todos os dias.
Sim, quatro anos, idade inesquecível, quando meu pai tirou as rodinhas laterais da bicicleta e eu pedalei pela primeira vez como gente grande.
É claro que a alegria durou pouco, e ao fazer estripulias, pedalando em zigue zague eu levei meu primeiro tombo.
Nada melhor do que levantar, chorando, ou melhor berrando, como toda criança enlouquecida, e ainda implorar ao pai para não colocar as rodinhas de volta.
Já se foram vinte e três anos deste episódio e há cinco anos que deixei de pedalar diariamente, pedalar no meio do mato, ir pra aula de bicicleta...
São Paulo, a cidade que me tirou das trilhas e me colocou nos trilhos, sem saber, o quanto eu sentiria falta das trilhas, confesso que é uma das coisas que mais sinto falta atualmente e ontem como de costume quando vou a Riversul, peguei minha bicicleta e me joguei nas estradas de terra, pedalei, pedalei, até que encontrei uma boiada, parei, esperei a boiada passar, e continuei a pedalar, uma subida sem fim, mas eu queria chegar no topo, cansei, já dava pra ver a cidade atrás, lá embaixo, os morros, pássaros, bois, vacas, parei, fotografei minha cara suada e resolvi ir além quando a corrente arrebentou.
Fiquei p da vida, catei a corrente, empurrei a bike até um local onde a mata começava a se fechar, pensei na Fernanda, comecei a sorrir, sentei na bike e mandei um torpedo pra ela contando a minha situação, contemplei a natureza, o silêncio e pensei: "Legal, ainda bem que a maior parte é descida."
Sim, quatro anos, idade inesquecível, quando meu pai tirou as rodinhas laterais da bicicleta e eu pedalei pela primeira vez como gente grande.
É claro que a alegria durou pouco, e ao fazer estripulias, pedalando em zigue zague eu levei meu primeiro tombo.
Nada melhor do que levantar, chorando, ou melhor berrando, como toda criança enlouquecida, e ainda implorar ao pai para não colocar as rodinhas de volta.
Já se foram vinte e três anos deste episódio e há cinco anos que deixei de pedalar diariamente, pedalar no meio do mato, ir pra aula de bicicleta...
São Paulo, a cidade que me tirou das trilhas e me colocou nos trilhos, sem saber, o quanto eu sentiria falta das trilhas, confesso que é uma das coisas que mais sinto falta atualmente e ontem como de costume quando vou a Riversul, peguei minha bicicleta e me joguei nas estradas de terra, pedalei, pedalei, até que encontrei uma boiada, parei, esperei a boiada passar, e continuei a pedalar, uma subida sem fim, mas eu queria chegar no topo, cansei, já dava pra ver a cidade atrás, lá embaixo, os morros, pássaros, bois, vacas, parei, fotografei minha cara suada e resolvi ir além quando a corrente arrebentou.
Fiquei p da vida, catei a corrente, empurrei a bike até um local onde a mata começava a se fechar, pensei na Fernanda, comecei a sorrir, sentei na bike e mandei um torpedo pra ela contando a minha situação, contemplei a natureza, o silêncio e pensei: "Legal, ainda bem que a maior parte é descida."
sexta-feira, 21 de outubro de 2005
Parece que estou vivendo uma longa despedida da cidade de São Paulo.
Este é o sentimento que me rondou agora a pouco, que depois de tantos contratempos resolvi dormir em São Paulo e ir para Sorocaba somente amanhã por volta das 5horas.
Com o leve frio na cidade, passei no apartamento para pegar uma capa, e fui até ao Estadão para comer o famoso lanche de pernil, do qual adoro, e no caminho, senti algo estranho.
Talvez este sentimento seja fruto da vontade de ir pro mundo com a vontade de ficar ao lado de determinada pessoa.
A verdade é que não tenho mais nada a perder, nada... tudo já fora perdido e eu ainda estou aqui em busca do ouro perdido, tentando, tentando, mas ao ver as pessoas na rua desta cidade, jogando lixo na rua, filas enormes de pessoas em busca de uma vaga de trabalho, furtos, tiroteios, os shoppings lotados contrastando com os vendedores ambulantes, grifes famosas versus grifes falsas, cidadãos bolivianos chegando repletos de ilusões, eu me pergunto se devo partir ou devo tentar mais, ir mais além, meus amigos sabe do que estou falando...
Estou em casa agora, arrumando as malas, para estar aqui novamente daqui uma semana, pensando numa pessoa, a única pessoa para qual estou disponível hoje.
Este é o sentimento que me rondou agora a pouco, que depois de tantos contratempos resolvi dormir em São Paulo e ir para Sorocaba somente amanhã por volta das 5horas.
Com o leve frio na cidade, passei no apartamento para pegar uma capa, e fui até ao Estadão para comer o famoso lanche de pernil, do qual adoro, e no caminho, senti algo estranho.
Talvez este sentimento seja fruto da vontade de ir pro mundo com a vontade de ficar ao lado de determinada pessoa.
A verdade é que não tenho mais nada a perder, nada... tudo já fora perdido e eu ainda estou aqui em busca do ouro perdido, tentando, tentando, mas ao ver as pessoas na rua desta cidade, jogando lixo na rua, filas enormes de pessoas em busca de uma vaga de trabalho, furtos, tiroteios, os shoppings lotados contrastando com os vendedores ambulantes, grifes famosas versus grifes falsas, cidadãos bolivianos chegando repletos de ilusões, eu me pergunto se devo partir ou devo tentar mais, ir mais além, meus amigos sabe do que estou falando...
Estou em casa agora, arrumando as malas, para estar aqui novamente daqui uma semana, pensando numa pessoa, a única pessoa para qual estou disponível hoje.
quinta-feira, 20 de outubro de 2005
Sao Paulo, A Loca e...
Que São Paulo é uma cidade multi facetada todo mundo sabe ou pelo menos ouviu falar, a Lôca é um dos lugares mais undergroud, onde os mais diferentes tipos se encontram, além de gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, e simpatizantes, alternativos, moderninhos, artistas e até mesmo os paraquedistas que vieram do Vila Country.
Dos anos 80 ao eletrônico, passando pelo pop, corpos dancam e eu viajo pensando nos bons momentos passados ali, ao lado de uma grande amiga, quando uma lágrima surgiu.
É interessante como algumas pessoas caem na sua frente, na fila da balada, acabam virando uma peca importante no jogo da vida. Esta pessoa apareceu, baguncou, me ajudou e partiu!
Todo dia pessoas entram e saem de nossas vidas, cada uma tem seu papel, algumas delas nem sequer imaginam a importância que tiveram, ou o quanto mudaram as coisas ao nosso redor, mas é certo, que de dois minutos a anos de convivência algo mudou. A Lôca não é mais a mesma desde sua partida, mas será que eu sou a mesma? Não, eu não sou. Sou agora uma ser que resolveu assumir que gosta muito de alguém..
Dos anos 80 ao eletrônico, passando pelo pop, corpos dancam e eu viajo pensando nos bons momentos passados ali, ao lado de uma grande amiga, quando uma lágrima surgiu.
É interessante como algumas pessoas caem na sua frente, na fila da balada, acabam virando uma peca importante no jogo da vida. Esta pessoa apareceu, baguncou, me ajudou e partiu!
Todo dia pessoas entram e saem de nossas vidas, cada uma tem seu papel, algumas delas nem sequer imaginam a importância que tiveram, ou o quanto mudaram as coisas ao nosso redor, mas é certo, que de dois minutos a anos de convivência algo mudou. A Lôca não é mais a mesma desde sua partida, mas será que eu sou a mesma? Não, eu não sou. Sou agora uma ser que resolveu assumir que gosta muito de alguém..
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