Hoje respondi ao questionário enviado pela Fundación Carolina para os ex-becários.
Claro que o curso me ajudou, muito, tanto em termos de formação quanto em termos de relações profissionais.
Acho importante que eles vejam que eu fui pra lá, estudei e voltei, montei minha empresa e agora gero empregos em meu país.
Não me enquadro no perfil dos muitos brasileiros que vão em busca de um sonho em países como a Espanha, que atualmente passa por uma crise de desemprego.
O Brasil tem tudo para dar certo e ser uma potência, só falta o brasileiro aprender a votar e escolher quem os representa, para colocar em Brasilia pessoas que de fato estejam comprometidas com o crescimento e o desenvolvimento do país, principalmente com um investimento sólido em educação, deixando de lado a corrupção.
Desejar que a corrupção seja colocada de lado por nossos governantes é uma utopia...
Pensamentos confusos de uma bibliotecária, um misto de informação, cultura e confissões da vida de uma profissional de 36 anos.
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
São Paulo, 14 de março de 2011
Ontem a comitiva do U2 parou o trânsito de SP. Vocês acham isto justo? Milhares de pessoas tentando voltar pra casa após um longo dia de trabalho prejudicadas por um show.
Nada contra o U2, eu gosto da música deles, mas não tive a paciência de ficar horas em uma pra fila comprar um ingresso.
Mas, enfim, não estou aqui pra escrever sobre o U2 e sim sobre os impostos.
Ah, sim!! Voltei a me preocupar com eles, como não deveria me preocupar se eles atingem diretamente meu bolso?
Eu li pela manhã no site da UOL que o imposto de um IPad chega a 40% e fiquei impressionada.
Mas ainda quando li que o pessoal não sabe onde encaixar um tablet na tabela de impostos.
Vejamos, um tablet, deveria ter um programa de benefícios e não uma carga tributária "pesada" pois nos permite carregar uma centena de livros em um suporte e ainda por cima poupa algumas árvores.
Mas, neste país quem se preocupa com os livros? Com a leitura?
Nada contra o U2, eu gosto da música deles, mas não tive a paciência de ficar horas em uma pra fila comprar um ingresso.
Mas, enfim, não estou aqui pra escrever sobre o U2 e sim sobre os impostos.
Ah, sim!! Voltei a me preocupar com eles, como não deveria me preocupar se eles atingem diretamente meu bolso?
Eu li pela manhã no site da UOL que o imposto de um IPad chega a 40% e fiquei impressionada.
Mas ainda quando li que o pessoal não sabe onde encaixar um tablet na tabela de impostos.
Vejamos, um tablet, deveria ter um programa de benefícios e não uma carga tributária "pesada" pois nos permite carregar uma centena de livros em um suporte e ainda por cima poupa algumas árvores.
Mas, neste país quem se preocupa com os livros? Com a leitura?
terça-feira, 29 de abril de 2008
São Paulo, 29 de abril de 2008.
Ontem fiquei impressionada com a notícia no Jornal Nacional dizendo que o brasileiro trabalha 148 dias do ano só para pagar impostos, mais de 40%.
Quer dizer que nós pobres trabalhadores, dedicamos quase 50% de nosso tempo de trabalho para sustentar um governo "sem comentários"...
Se ao menos este dinheiro fosse usado de forma adequada, se não tivéssemos que pagar assistência médica privada, para não ficar horas numa fila de um hospital público, esperando até a morte.
Se ao menos este dinheiro fosse para as escolas e universidades, fosse convertido em conhecimento, que iria contribuir para o desenvolvimento de nosso país.
Se ao menos este dinheiro fosse usado para melhorar nossa infra-estrutura, contribuindo para o crescimento ordenado.
Se ao menos este dinheiro fosse usado para proteger a população, no combate ao crime...
Crime?
Que crime?
Talvez o maior crime seja contribuirmos para tudo isso que está aí.
Quer dizer que nós pobres trabalhadores, dedicamos quase 50% de nosso tempo de trabalho para sustentar um governo "sem comentários"...
Se ao menos este dinheiro fosse usado de forma adequada, se não tivéssemos que pagar assistência médica privada, para não ficar horas numa fila de um hospital público, esperando até a morte.
Se ao menos este dinheiro fosse para as escolas e universidades, fosse convertido em conhecimento, que iria contribuir para o desenvolvimento de nosso país.
Se ao menos este dinheiro fosse usado para melhorar nossa infra-estrutura, contribuindo para o crescimento ordenado.
Se ao menos este dinheiro fosse usado para proteger a população, no combate ao crime...
Crime?
Que crime?
Talvez o maior crime seja contribuirmos para tudo isso que está aí.
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