quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Sem palavras

Sem palavras para descrever o quanto fico feliz em te ver, a cada encontro, eu desejo mais, admiro mais, enlouqueço mais, percos os sentidos e me encontro em teus braços. Mais um sonho se passou e eu cá entre os livros a lembrar de seus beijos, seus abraços, seus delírios, pensar em nunca acordar e desejar uma vida sempre assim, sempre com sua presença em meus sonhos.

terça-feira, 8 de novembro de 2005

Um Laptop por criança (OLPC)

O novo projeto do cientista Nicholas Negroponte “Um laptop por criança” está gerando comentários dos mais diversos, e segundo o jornal Valor Econômico, Negroponte diverte-se ao contar, que se reuniu com o presidente Lula e quatro ministros numa quinta-feira, e na segunda-feira três destes haviam sido substituídos. É claro, que isto virou piada a nível mundial. O que me deixa muito triste é que se o Brasil não se empenhar no projeto, ficaremos de fora, como Negroponte disse, há 75 países na lista de espera. O laptop de US$ 100 é um projeto educacional, estamos cansados de saber que educação não é prioridade em nosso país, na verdade há um certo receio por parte dos governantes, por trás disso. Investir em educação significa acabar com inúmeros problemas que temos por aqui e aí o que eles iriam prometer nas próximas eleições. Países que estavam no fundo do poço e começaram a investir em educação deram a volta por cima, e quando o então ministro Cristóvão Buarque foi até a Coréia, voltando com novas idéias, logo foi substituído. Por que sera? Será que todos aqueles que pretendem mudar a cara deste país serão substituídos?

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Flores Titãs (Composição: Tony Bellotto / Sérgio Britto / Charles Gavin / Paulo Miklos)

Olhei até ficar cansado / De ver os meus olhos no espelho / Chorei por ter despedaçado/ As flores que estão no canteiro/ Os punhos e os pulsos cortados/ E o resto do meu corpo inteiro/ Há flores cobrindo o telhado/ E embaixo do meu travesseiro/ Há flores por todos os lados/ Há flores em tudo que eu vejo/ A dor vai curar essas lástimas/ O soro tem gosto de lágrimas/ As flores têm cheiro de morte/ A dor vai fechar esses cortes/ Flores/ Flores/ As flores de plástico não morrem/

Sonhos estranhos

Hoje acordei com a picada de uma naja, depois de desviar-me, optar por outro caminho, minha família seguia por um caminho, eu reolvi pegar um atalho e quando vi havia uma cobra, ela deu o bote, cai no chão, e apaguei vendo o céu azul. Isto depois de ter sonhado com quadros e com a "lindinha" que nunca aparecia , quadros e desencontros. Acho que sonhei tanto que tive a impressão de que não dormi a noite inteira. Eu estava muito agitada, não sei o que acontece

domingo, 6 de novembro de 2005

A vida tem dessas coisas

Olha só pra nós agora?
Em julho de 2003, mais ou menos quando eu te conheci, em meio a tantas confusões, fui te encontrar numa mesa de bar, senti algo inexplicável, poucos encontros, muitas poesias, me deparei com inúmeras referências a sua pessoa em muitas páginas.
E incrivel como as pessoas que passam por nossas vidas não sabem o efeito que provocam, nos encontramos tão poucas vezes, mas foram tantas as mudanças em meu íntimo, tantos conflitos até chegar aqui, tantas barreiras.
Hoje estou jogando tantas coisas fora, tantos versos... pensando no que fiz, no que deixei de fazer... no que será...
De tanto sonhar um dia te amar, um dia eu consegui, mas ainda é difícil acreditar no que aconteceu... confesso que tenho muito medo de acordar, mostrar que não pretendo te enganar de forma alguma.
Tantas feridas, de ambas as partes, podem nos envolver em uma armadura.

"Se a amizade transforma-se em amor
Num toque intenso e profundo
Nossos corpos corrompem a moral
Fazendo da noite eterna cúmplice
Se o amor transforma-se em amizade
Num raio de luz adentrando as janelas
Nossos corpos se corrompem
Fazendo do dia eterno inimigo
Se nos privarmos da continuidade deste ciclo
Num corte lento e preciso
Nossas almas adoecerão
Fazendo da vida eterna intenso desejo" (29/09/2003)

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Feliz Aniversario Maria!

Feliz Aniversário nander Maria!!!!!!!!!! rs Ontem passei o dia inteiro dentro de casa após passar a noite inteira ao lado de uma pessoa super especial, que me faz muito feliz, que eu a cada dia que passa admiro mais ainda e quero sempre mais... rs Deixei o César e a Maria na sala assistindo "Closer" e fui nanar, pensar em certas pessoas, peguei no sono e não demorou muito para os dois entrarem no quarto revoltados com filme... Meia-noite eu e o César fomos os primeiros a dar parabéns para a Nanderthal que estava doentinha, sábado haverá uma super festa nander, com muita salsa e merengue.

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Sentimento de posse

Resolvi escrever sobre a posse, porque vejo que meus amigos sofrem muito com isto, todos as questões que aparecem são únicas e exclusivamente relacionadas a posse. Há um ano atrás, quando eu estava vivendo uma grande crise no meu relacionamento, comecei a refletir, e observar o quanto eu dizia, meu namorado, meu marido, meu carro, meu computador, minha caneta, meu livro, meu, meu, minha, pronomes possessives, usados além da cota, acho que perdi as pessoas com as quais me relacionei diante do uso excessivo destas palavras. Na aula de astrologia, certa vez discutimos o assunto, a partir daí, resolvi, devido as minhas constants tentativas de evolução, de buscar o equilibrio, fazer um exercício, a evitar usar “meu e minha”, em vez de dizer “oi minha lindinha” dizer “oi lindinha”, é claro, quando percebo, lá se foi o meu, minha, na frase, e eu me odiando, rs, eita tarefa difícil, mas tenho esperanças de um dia chegar lá. Se vocês tentarem irão boservar como é difícil esta tarefa. Acho que perdemos muito tempo com sentimentos como este, o que é uma forma de sofrimento, Um alerta aos libertinos de plantão: não quero dizer aqui pra sermos tribalistas, não é isto. rs "Possuir é perder. Sentir sem possuir é guardar, porque é extrair de uma coisa a sua essência." (Fonte: "Livro do Desassossego" - Autor: Pessoa , Fernando)

Luís Inácio (300 picaretas) -Paralamas Do Sucesso

- Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou / São trezentos picaretas com anel de doutor / Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ São trezentos picaretas com anel de doutor / Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ Eles ficaram ofendidos com a afirmação/ Que reflete na verdade o sentimento da nação/ É lobby, é conchavo, é propina e jeton/ Variações do mesmo tema sem sair do tom/ Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei/ Uma cidade que fabrica sua própria lei/ Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia/ Se essa palhaçada fosse na Cinelândia/ Ia juntar muita gente pra pegar na saída/ Pra fazer justiça uma vez na vida/ Eu me vali deste discurso panfletário/ Mas a minha burrice faz aniversário/ Ao permitir que num país como o Brasil/ Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado/ Por um par se sapatos, um saco de farinha/ A nossa imensa massa de iletrados/ Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez/ O congresso continua a serviço de vocês/ Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão/ Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição/ Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena/ João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena/ De exemplo em exemplo aprendemos a lição/ Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão/ De rádio FM e de televisão/ Rádio FM e televisão/ Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou .... Eles ficaram ofendidos com a afirmação ... Pra fazer justiça uma vez na vida Eu me vali deste discurso panfletário Mas a minha burrice faz aniversário Ao permitir que num país como o Brasil Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado Por um par se sapatos, um saco de farinha A nossa imensa massa de iletrados Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez O congresso continua a serviço de vocês Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena De exemplo em exemplo aprendemos a lição Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão De rádio FM e de televisão Rádio FM e televisão Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou Bom, sem comentários!!!!!!!!!!!!!!!!! Acordei revoltada hoje!!!! rs

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

O que posso dizer é que não sei nem como lhe agradecer... rs

Depois de tantos desencontros, nós conseguimos chegar até o mar, e ganhamos uma chuva sem cessar e 32 horas de amor e carinhos, risos e felicidade. Cheguei em São Paulo, explodindo, rindo à toa, meus amigos que estavam no apê, diziam que eu estava insuportavelmente feliz, ficaram me zoando, até se aquietarem diante do filme O Fabuloso Destino de Amélie/Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain de Jean-Pierre Jeunet, o qual eu estava assistindo pela quarta vez. É claro, que fui pra cama cedo, às dez horas e acordei hoje muito bem...

A você, com amor
O amor é o murmúrio da terra quando as estrelas se apagam e os ventos da aurora vagam no nascimento do dia...
O ridente abandono, a rútila alegria dos lábios, da fonte e da onda que arremete do mar...
O amor é a memória que o tempo não mata, a canção bem-amada feliz e absurda...
E a música inaudível...
O silêncio que treme e parece ocupar o coração que freme quando a melodia do canto de um pássaro parece ficar...
O amor é Deus em plenitude a infinita medida das dádivas que vêm com o sol e com a chuva seja na montanha seja na planura a chuva que corre e o tesouro armazenado no fim do arco-íris. (Vinicius)

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

A gente inventa

Acabei de ouvir "O nosso amor a gente inventa" do Cazuza, cá estou eu pensando, pensando, isto não é bom, quantas coisas a gente inventa...rs
Após algumas ondas de nostalgia em pensamentos, durante ontem e hoje, resolvi ver minhas fotografias da época em que era uma universitária enlouquecida, sonhadora e cheia de energia.
Nestes dias de folga, como de costume, fiz uma revisão geral, lembranças tristes, de um caso proibido, um livro proibido, que foi passar por várias mãos a me condenar, enquanto estava inconsciente no hospital, das más línguas, da mudança, dos amigos que foram aparecendo pelo caminho da vida, o que inventei eu não sei, só sei o que me restou, e anos depois, sei que ainda restam palavras, restam dúvidas a serem esclarecidas, mas ainda não tenho respostas nem de como fazer isto. Aí comecei a rir sozinha, porque vieram as lembraças boas, o anjo que me salvou, os bons amigos que cruzaram meu caminho, as festas na "república das bruxas", as pingaiadas no Centro Acadêmico, CACIB, a vitória da Chapa Alternativa na eleição do DCE, nós "caminhando e cantando" pelas ruas de São Carlos, as viagens, o R.U. e o bosque com seus gnomos.
Acho que eu invento toda hora, do amor a política, estou estou inventado algo pra minha cabeça, que hora gera dores de cabeça, hora gera estados de alegria, mais falta algo, eu continuo achando que perdi a poesia.
Estou ouvindo o vinil "The Photographer" do Philip Glass, bebendo catuaba e esperando alguém ligar. Acho que uma onda de sedentarismo me cerca, pois faz um tempo que não vou à academia e amanhã não irei novamente a aula de Tae Kwon Do, desta aula eu sinto falta, da academia, nem um pouco, agora da minha bike, até dói meu coração (rs).